segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Aprendizagem

"Elevamo-nos quando nos ajoelhamos, conquistamos quando nos entregamos e ganhamos ao renunciarmos."

11 comentários:

UN VOYAGEUR SANS PLACE 26 de janeiro de 2009 às 18:11  

Dizia minha vó Antônia, mãe de minha mãe: "Quem cala vence!"
Concordo com o que dizes. Lutar contra algo ou alguém nos desgasta. Só vale a pena lutar quando a luta é ou por algo ou por alguém...

L. K. 26 de janeiro de 2009 às 18:20  

Tens toda a razão...meta apregoada é meta invejada :)
Concordo que vale a pena lutar por algo...não por alguém ...se tivermos de lutar por alguém é porque a batalha já está perdida antes de iniciada :)

bem vindo :)

Anónimo,  26 de janeiro de 2009 às 20:41  

Às vezes é preciso ir para o Norte para chegar ao Sul.

Já não concordo com "vale a pena lutar por algo...não por alguém ...se tivermos de lutar por alguém é porque a batalha já está perdida antes de iniciada", ou melhor, posso ou não concordar, acho que é muito subjectivo... às vezes lutando contigo próprio, estás a lutar por alguém, e vale a pena, consigo lembrar-me de dezenas de exemplos de situações em que não vale a pena vestir sequer a armadura, quanto mais ir para o campo de batalha, e outras tantas em que valeria a pena lutar até faltar as forças... acho que isso são mais as cicatrizes a falar, Guerreira ;)

L. K. 26 de janeiro de 2009 às 20:51  

Olá Gaulês,
concordo com o lutar por alguém apenas no sentido de que "às vezes lutando contigo próprio, estás a lutar por alguém"...mas não concordo com outras lutas, acho-as perdidas e injustas à partida, acho que no momento em que tem de se lutar por alguém irá ser para sempre assim, a outra parte toma como certo que iremos a luta, não acho justo.
Nunca o fiz por ninguém, mesmo que me doa e fique um "mapa" de cicatrizes...excesso de orgulho? Talvez...talvez precise de trabalhar também esta caracteristica ;)

Não sei se as cicatrizes já tem capacidade de se pronunciar :P

Anónimo,  26 de janeiro de 2009 às 21:16  

Percebo o que dizes, acredita, mas isso leva a uma de 2 coisas, ou estamos a falar de noções de luta diferentes, ou rondamos aquela conversa da amiga 2 e a sua questão de trabalhar para melhorar a relação e o cachopo não deixe de gostar dela.

Sendo a primeira, eu não digo com isto que acho que se deve lutar sempre até às últimas forças por aquela pessoa que se gosta, eu digo é que acho que há pessoas e há situações em que isso faz ou poderá fazer sentido, e valer a pena. Depende da pessoa, da situação, e da luta. E concordo a 100% que a maior parte das vezes que implica luta, é preferível arranjar um agente e investir no Wrestling do que ter a ilusão que está dependente do nosso esforço.

Sendo a segunda, eu continuo a achar que todos nós ansiamos por aquela pessoa com que encaixamos de uma forma natural surpreendente, e em que tudo é natural e sentido, e não há necessidade de "trabalhar" a relação, mas que isso é muito "conto de fadas" e que em todas relações, sejam de amizade, amorosas, familiares, ou whatever, obrigam a um pouco de "trabalho", e concordo obviamente que isso terá sempre que ser de ambas as partes e não poderá nunca ser a base da relação mas sim pequenos melhoramentos e adaptações. Mais que não seja porque se nós mudamos sozinhos, também mudamos acompanhados, se mudamos em relação a nós próprios, também mudamos em relação aos outros.

*bardo auto-amarra-se e amordaça-se numa árvore*

Só para poupar o trabalho e a maçada :P

L. K. 26 de janeiro de 2009 às 21:27  

Lolololol....não precisas de te amarrar Gaulês (risos)...

concordo plenamente com o que dizes, em ambas as situações, na primeira porque era à que me referia, aquela que as pessoas mendigam, lutam até á exaustão - soa-me sempre a aniquilamento de uma das partes - a segunda também concordo, que as relações (sejam elas qual forem mas principalmente as emocionais, porque são as menos tolerantes:/) tem de ser trabalhadas, investidas mas num investimento que não desgasta, não uma batalha mas o regar uma planta - alimenta-se, nutre-se. Acredito nas cedências de parte a parte, senão torna-se impossivel a convivência :)

Continua a cantar Bardo, as tuas imperfeições chegam perfeitas à minha rocha :P

Anónimo,  26 de janeiro de 2009 às 21:34  

Errr.... podendo não ser a coisa mais fácil do mundo para um Lagarta, e correndo o risco de levar uma dentada no processo, ou de te arrependeres e pior ainda teres uma aldeia de gauleses enfurecidos por estragar a primeira decisão acertada do bardo, mas... aahmmm... podias desamarrar-me? :P

É só porque facilita para tocar harpa :D

L. K. 26 de janeiro de 2009 às 21:44  

Não tenho medo de Gauleses enfurecidos, sou um Komodoro, lindo grande e verde alface...encandei-os :P

E se pedires muito Gaulês, talvez de desamarre...mas num primeiro momento não te dou a harpa...primeiro tens de aprender a tocar :P

Anónimo,  26 de janeiro de 2009 às 22:26  

hehehe romanos... brincadeira de meninos... agora um Komodoro... é que eu os quero ver :P

Ok visto que depois de reler 3x cada palavra não encontro proibições à cantoria, com o bónus de ter os pés no chão, os braços livres para dar ênfase à melodia, e alguém louco o suficiente para o possibilitar sem qualquer tipo de ameaça ou coacção, siga então a cantoria, caminhando em direcção à harpa! ;)

S. G. 27 de janeiro de 2009 às 13:02  

a humildade e a vontade de aceitar o amor como uma partida de xadrez, em que as peças são todas brancas e ninguém quer vencer, apenas jogar.

grande citação.

beijinhos

L. K. 27 de janeiro de 2009 às 19:58  

Excelente analogia ;)
mas como humanos que somos é intrinseco, por vezes, tentarmos superar o adversário e até no xadrez o objectivo é xeque mate ;)
Já o que fazemos com esse resultado é o que nos pode aproximar ou afastar do resultado pretendido ;)

beijinhos, SG

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