sábado, 20 de março de 2010
Os 7 Pecados Sociais
1. política sem princípios:
2. riqueza sem trabalho:
( autor: Mahatma Gandhi)
quarta-feira, 17 de março de 2010
Ás vezes a vida é...
às vezes a vida é...
mas também pode ser...
ou ainda...
é aquilo que Eu quiser ...porque no fim...
...
Para ti!
Não faço discursos, não sou sentimental...sou apenas Eu...melhor...pior...whatever...e isto é tudo o que senti esta noite...imagens que valem Mil palavras... Estive bem...Estou melhor que bem...Eu e todos os que te testemunham...Anjos da Guarda...Anjos Partilhados...ou...apenas porque somos todos nós....
...À nossa grande Nharra...branco...tinto...À Amizade!!!!
Read more...domingo, 14 de março de 2010
Sol
quinta-feira, 11 de março de 2010
Mecanismos de Defesa
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...we're going down
"All the right friends in all the wrong places
So yeah, we're going down
They got all the right moves in all the right faces
So yeah, we're going down"
Quantas vezes vimos nos outros a cara ideal, na personalidade ideal: sabem quando devem falar, o quê e como. Sorriem até nos encandear. As respostas são sempre as corretas e os erros, sofismos. São pessoas que admiramos. Pessoas que sem saberem nos intimidam, ao ponto de as desejarmos e sermos desajeitados em presença. Mais tarde, quando existe a possibilidade de um contacto directo a admiração começa a atingir níveis do real e percebemos que em nada nos devemos sentir intimidados. Lamento que por vezes esta descoberta seja tardia, evitavamos que as pessoas se arrastassem, mutuamente, para caminhos sem retorno.
"It don't matter what you see.
I know I could never be
Someone that'll look like you.
It don't matter what you say,
I know I could never face
someone that could sound like you."
Read more...segunda-feira, 8 de março de 2010
08 de Março - Dia Internacional Da Mulher
"Woman please let me explain,
Não sei se há necessidade de ter um dia comemorativo para as Mulheres quando este, como tantos outros dias comemorativos, perdeu e sua essência e transformou-se em algo estranho e ambíguo assente num "porque não? vamos lá partir a loiça toda, aproveitar para sair sem os putos e os queridos e viver tudo como se não houvesse amanhã", (tenho a mesma opinião das despedidas de solteira/o), cheira-me a excessos. A maioria das mulheres que entram em delírio efusivo com as jantaradas, (cada vez mais sofisticadas) que supostamente assinalam o dia mas quando se pergunta o que se comemora realmente, poucas sabem a resposta.
A mulher viveu bastantes séculos "sem alma", quando a adquiriu era uma propriedade de um pai, depois de um marido e no fim da sociedade que monitorizava a sua conduta moral e social. Pertencia a toda a gente menos a si própria. No pré 25 de Abril para viajar ou para colocar um DIU não o podia fazer sem uma autorização escrita do marido, e isto foi apenas há 36 anos. Foi a última a poder votar e a ter peso no mercado laboral. Ainda hoje se fala do "grande" Salgueiro Maia mas poucos sabem a história e o que representou politicamente Catarina Eufémia. Felizmente foram inúmeras as alterações desde esses tempos mas não as suficientes. As mulheres passaram a ter acesso ao ensino e a cargos laborais diferenciados, mas apenas no papel, porque ainda existem discrepâncias nos cargos superiores ocupados por mulheres e homens e a nível salarial as coisas também não estão equilibradas. Os senhores do poder refugiam-se na argumentação da perda de horas de trabalho e falta de disponibilidade das mesmas devido à maternidade, aos filhos, aos maridos e ao raio que os parta, porque eles nasceram de uma mulher e é uma mulher a mãe dos seus filhos. Se da dita igualdade de géneros nascesse uma sociedade que partilhasse igualmente as responsabilidades todas essas questões eram ínfimas comparativamente ao profissionalismo e capacidade técnica das mesmas. Em vez disso encurralam-nos, subversivamente pedem-nos que nos masculinizemos (o dito feminismo), que adiemos o relógio biológico, a vida pessoal emocional e até as próprias emoções. Não me parece que tenhamos evoluído assim tanto. Entre portas, num registo de "entre marido e mulher não se mete a colher", as mesmas continuam a ser vitimas, são agredidas, violadas na sua liberdade e nos seus direitos. A meu ver, e por experiência de campanhas da CIG, a violência doméstica não diminuiu ou aumentou, apenas há uma maior sensibilidade para a mulher expor a sua situação. Deixou de estar confinada às portas do seu "lar". Realidade que não é transversal a todo o país mas sim às metrópoles, em que a informação nos bombardeia para a necessidade da denúncia.
sábado, 6 de março de 2010
Klepht «Embora Doa»
"É a dúvida que resta,
que me leva a perguntar...
Qual papel será o meu?
O de quem nada faz?"
É difícil tentar mudar as coisas, fazer a diferença. Que não se mude tudo, um já mostra que vale a pena o esforço. "Embora doa" atenua-se com o tempo ou morreria todos os dias mais um pouco. Aprende-se a viver na escuridão e a aproveitar todo o raio de sol para "mostrar" que existe amanhã, e esse poderá ser diferente do ontem. Aprende-se e ensina-se a viver o hoje e o amanhã, sem permitir que o passado interfira. Se existem alguns que são arrolados na situação, que a herdam como um qualquer prenúncio de morte anunciada, outros há que adoptam como estilo de vida por meio de um facilitismo proporcionado pelos senhores da guerra. Mudar o sistema exige uma reforma estrutural completa: de cima para baixo. Será a única forma de se terminar com os vícios sociais, os lobbys, sacos azuis e cargos públicos que passaram a ser património de heranças pessoais. Se é possível sem uma revolução ou uma guerra civil? Não. O polvo tem tentáculos enormes, demasiado espalhados e enraizados, se se visse encurralado, estrangulava todos os que fossem intervenientes nessa mudança. O poder corrompe, apenas porque quem o detém ou consegue, passa a sê-lo e a exercê-lo como forma de respirar, quando a sua função é como a de uma máquina de lavar roupa: é um instrumento de trabalho com uma finalidade própria e não vale a pena tentar-se assar lá rolo de carne, porque não é esse o propósito para a qual foi concebida.
Aprendi a sobreviver, até ao dia em que decidi viver. Dou o melhor, o que sei e consigo e tarde no dia, deito a cabeça e durmo embalada pela tranquilidade de que fiz tudo o que de mim dependia. O balanço é positivo, os resultados também.
Read more...quarta-feira, 3 de março de 2010
Foi como veio...
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Constatações parvas...
As quatro maneiras mais frequentes dos adultos (?!?) terminarem discussões para as quais não têm, não querem ou não podem argumentar (as últimas duas considero-as simpáticas e de mente aberta, porque só acredito na primeira e a segunda é a resposta alternativa à primeira.):
- Vai à merda! (pressupõem excesso de confiança ou ausência de cerimónia ou o perfeito desconhecimento do outro interlocutor).
- Cala-te. Não sabes do que falas. (continua a pressupor confiança em excesso entre ambos e uma clara projecção, sobre quem não sabe do que fala.)
- Quem manda aqui sou eu e EU estou a dizer que não é assim. (argumento irrefutável que resolve qualquer argumentação lógica, ilógica ou assim- assim, no entanto continuamos sem perceber se o outro sabe ao menos do que estamos a falar...mas ficamos com a clara certeza de quem tem razão (?!?) ou pelo menos de quem manda. Tem de se valer de alguma coisa, certo??)
- Sai porta fora e ainda bate com a porta enquanto se queixa de que é alvo de uma cabala. (A minha preferida sem dúvida. Um efeito dramático potentissimo e normalmente revelador de grande maturidade, bem como digno de um Óscar.)
Tive o prazer de ser alvo da quarta forma mais comum de terminar uma conversa sobre um tema banal e em voga. Ainda hoje me brilha na mente aquele quadro dramático com laivos trágico-cómicos...Enfim mais uma vez se prova que a relação causa-efeito entre idade e maturidade não é assim tão directa como se pensa. Ou então conheço pessoas muito estranhas (?!?).
Deixo a porta aberta a todos quantos queiram partilhar as formas mais parvas pelas quais já passaram durante ou após discussões (saudáveis e com ou sem relevância). Assim podemos ficar estupefactos (ou rir à parva!) em grupo.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
????
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Estórias de Príncipes e Princesas...
Quero ser a pessoa certa que está com a sua pessoa certa.
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Telegrama.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Desamor
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Pensamento do dia...
... ou da noite!!!
"Aquilo que você der a uma mulher, ela vai tornar maior. Se você der o seu esperma, ela te dará um bebé. Se você lhe der uma casa, ela vai dar-lhe um lar. Se você lhe der compras de mercearia, ela vai dar-lhe uma refeição. Se você lhe der um sorriso, ela vai dar-lhe o seu coração. Ela multiplica e amplia o que lhe é dado. Portanto, se você lhe der qualquer porcaria, esteja preparado para receber uma tonelada de merda. "
Ps: Não sei de quem é...mas achei giro!!! LOLOLOLOLOL....AHAHAHHAHHAHHAHAH...EHEHEHEHEHHEHEHEH....IHIHIhihihihihihihihihih!!!!...dói-me o estômago....ehehhehehehahhahhahaihhhhhhhihihiihihihihihi (não tem assim tanta piada...mas apeteceu-me...a Murganheira é amiga ;) lolololol....ai se é ...lá isso é!!!! )
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sábado, 6 de fevereiro de 2010
Este País Não é para Normais...

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Não consigo transpor em palavras mas...
Smile!!!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Wild Boys...
Bem vindos a 2010...mais...excelente ano de 2010...Catapereiro Escolhas, rolo de carne caseiro, puré de batata e o meu favorite: espargado.
Ambiente chillout... que mais se pode pedie ou querer: gente boa, conversa da boa. Estive bem. Estou bem.
Algures na noite lembro-me de ter passado esta música e ficou-me "wild boys"... um grande muito obrigada ao Universo.
Existem determinadas coisas que só fazem sentido em determinados lugares com determinadas pessoas.
Read more...domingo, 31 de janeiro de 2010
O rh - ...

Esta coisa de ter a mania que sou tão especial, tem que se lhe diga...e não é que sou mesmo!
Desde que descobri que tinha de ser estrambólica até no sangue, ainda me convenci mais da minha "especialidade". Salvadora e fodida em simultâneo.
Se não achar mais ninguém tão "raro e precioso" i'm so fucked!!!!
sábado, 30 de janeiro de 2010
Riscos...
...a próxima onda. Desbravar mar. O cheiro, a espuma, a adrenalina - correr riscos. Estar vivo. Fazer parte da imensidão, onde o céu e as águas se juntam. Entrar na água sabendo que não vamos - não queremos - vencer, apenas partilhar, dividir. Sentir a emoção de pegar a onda maior, de a viver. Fazer parte dela. O frio na barriga, é um medo mansinho que cresce e grita sempre por mais. Arriscar.
...correr o risco de não poder dizer o quanto se gosta. Arriscar na partilha de um toque de pele desejado. Imaginado. Correr riscos sabendo que é mutuo este desejo de sobreviver. Mas também de amar. De viver. A ausência na presença, o desejo e as borboletas no estômago. O certo e o errado. Arrisca-se. A adrenalina de um sentir no superar do medo. Estamos vivos.
A vida é correr riscos. Apesar de necessária a aventura, a adrenalina do skater, do parquedista ou apenas do futebolista, são serotonina controlada. São barreiras que nos excitam e lembram que estamos vivos e a viver. Podemos viciar-mo-nos em adrenalina, e precisar dela como de ar para respirar. A sensação de medo, de impotência, os suores, a ansiedade, tudo isso são emoções desejadas e conseguidas. É o que nos faz estar vivos - sentir vivos.
No entanto, estar vivo é diferente de viver. Para viver também é preciso correr riscos. Arriscar. Só que nesta aventura as consequências deixam marcas mais profundas, cicatrizes invisíveis que não dão vontade de rir e contar aventuras. Nesta aventura a adrenalina pode deixar marcas que gangrenam e envenenam tudo à sua volta. Pode ficar o medo, aquele tipo de medo que também dá frio na barriga, mas em vez de nos impulsionar a arriscar, paralisa-nos, refreia-nos os instintos. Vive-se num querer de tudo ou nada. O seguro. Esquecemos que a felicidade não é um estado permanente ou constante, tal como não o é em qualquer desporto radical. A diferença é que nas aventuras e desportos radicais, vamos quando queremos e no viver somos surpreendidos a cada momento, hora e dia. E não queremos mais joelhos esfolados.
No entanto, se não arriscamos, se não corrermos riscos, se não voltarmos a esfolar os joelhos, somos invadidos pelo vazio, pela insatisfação e ficamos amorfos. Presos numa ratoeira que criámos, na ilusão de um escudo protector que nos defende...e no fim só nos corrói.
"When you were young
and your heart was an open book
You used to say live and let live
you know you did"
(...)
Read more...quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
As coisas nem sempre são o que parecem...
O valor das coisas
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Respostas...
domingo, 24 de janeiro de 2010
Hoje.
sábado, 23 de janeiro de 2010
Inside Out
"You know the day destroys the night,
Night divides the day
Tried to run, tried to hide,
Break on through to the other side"
Estranhos os sonhos que me povoam. Encostam-se a mim e no amanhecer, uma quase sensação física de presença. Uma certeza de acontecimentos desejados no suor de outras conquistas. Definição. Re - definição. Caminhos cruzados sem a atenção necessária, meios para fins. Ideais. Sonhos acordados que funcionam como filtros de tudo o resto. O medo, esse eterno castrador de sorrisos e desejos venturosos, fustiga-me. Admoesta-me a ser-lhe refém sob pena de não alcançar a meta. E o caminho tornou-se encruzilhada. Novelo de lã enleada. Respira e sente: suave brisa soprada num lembrar de presença afastada. As janelas começam a abrir-se, o sol espelha-se e ilumina todo o espaço: exterior e interior. Capto a leveza da vida e mantenho a minha visão num bom futuro: estou, ou melhor, sou alegre. Creio. Fácil. Jamais é fácil o processo de mudança, é um Acreditar que ultrapassa fronteiras razão e conhecimento, é um ser verdadeira, ser directa, discreta, genuína e imparcial na minha conduta. Batalhar-me na mais tormentosa das guerras. Reconhecer falhas, lacunas e limites que alimentam uma solidão emocional nascida da experiência. Necessidade de ser livre, de confiar e oferecer as qualidades naturais: Amor, Paz, Felicidade, Pureza e Conhecimento... e pensar que está tudo dentro de ti...de mim. a chuva que cai lava todas as impurezas acumuladas. Deixa-a entrar. Caminharás a passos largos para a União e para isso é necessário compartilhar, concordar e realizar uma mesma tarefa. Praticar a União é dissolver mal entendidos, é cair e levantar, amar e chorar sabendo no sentir que o outro está para ficar. Porque confias e é-te confiado. Tenta.
Read more...quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Another one...
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
As coisas que eu tenho que ouvir (?!?)
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Coincidências (?!?)... ou não!
"A sincronicidade é reveladora e necessita de uma compreensão, essa compreensão poderia surgir espontaneamente, sem nenhum raciocínio lógico. A esse tipo de compreensão instantânea Jung dava o nome de "insight"."
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Coisas Parvas...2
Desde as 7h da manhã que toca ininterruptamente na minha cabeça. Sobrepõem-se a tudo. A menos que esteja com um surto esquizófrenico, não consigo perceber esta fixação e a repetição continua. Aceitam-se opiniões.
Read more...Divagando (5)
domingo, 10 de janeiro de 2010
Valores Deturpados (?!?)
Ora, pois bem, esta noticia deixou-me a pensar: esta mulher está indiciada pela pratica de crimes semelhantes, ou seja, abrir "lares" ilegais, sem assegurar as condições mínimas de segurança, já para não falar da falta de humanismo e humanidade, de ter pessoas, seres humanos, aglomerados como frangos de aviário. A opinião pública condena-a, os direitos humanos acusam-na, o código penal atribui-lhe o epíteto de criminosa pois atenta contra o bem estar e avida de outrem. Até aqui não discordo, mas acho que as coisas não são assim tão simples e não deviam ser ser analisadas apenas no factual da acção-reacção, mas que se deviam avaliar os valores, não só sociais mas também os morais. Talvez seja eu que tenho os meus valores deturpados, talvez eu seja uma idealista mas parece-me que a solução para a extinção, ou sendo mais modesta, a solução para o atenuamento destas problemáticas devia ser avaliado através dos precedentes que culminaram na situação final.
E este é o meu ponto de vista:
Situações destas não são da "falta de escrúpulos" da arrendatária ou proprietária do lar ilegal, ela apenas é uma aproveitadora de uma situação ou necessidade de outrem. Estas idosas e todos os outros idosos são pais, tios, avós de alguém. Estes alguéns podem não ter situações financeiras para suportar os encargos de ter a responsabilidade de tomar conta de um idoso, mas quanto custa um lar? E um lar ilegal? É caro.
Mas quando se pensa em pôr alguém que nos está ligado por consanguinidade num lar, numa creche ou escola, temos de visitar, de vêr e procurar. Temos de nos assegurar que as condições mínimas estão suprimidas. Isso demonstra o quanto respeitamos ou amamos aquele outrem, senão, ao manos mostra que somos humanos. Que temos empatia. Por isso, penso que talvez os meus valores estejam deturpados, porque sinceramente se existem este tipo de situações é porque há mercados para as mesmas. Existe procura, logo, há oferta, logo, quem procura também tem de ser responsabilizado e implicado nas culpas. Não basta culparem-se e perseguirem-se os oportunistas que viram um maneira fácil de ganhar dinheiro, porque isso apenas dará azo a que surjam novos oportunistas, porque após os ânimos serenarem e a situação cair no esquecimento muitas destas pessoas procurarão novos depósitos de pessoas.
O problema é mais fundo do que pensamos, ou eu acho que é. Talvez sejam mesmo os meus valores que estejam deturpados, mas a vida é um imenso mercado e a lei vigente é a da procura e da oferta. Pescadinha de rabo na boca: então castiguem todos os intervenientes. Os familiares que não realizaram uma procura eficaz, os proprietários que criaram "capoeiras" de pessoas e o próprio estado que não assegura a mínima qualidade de vida aos seus cidadãos. Criem-se estruturas de apoio que permitam que as pessoas tomem conta dos seus idosos e das suas crianças.
Ultimamente sinto que vivemos uma vida inteira a trabalhar. Vivemos para trabalhar, para assegurarmos que trabalhamos para viver e no fundo, que vida temos? As obrigações impelem-nos a trabalhar cada vez mais, para assegurar as necessidades básicas: um tecto, água, luz e mais qualquer coisita. A união que temos ao outro é secundária. O amor aos filhos vem após o trabalho e é compensado com um qualquer estimulo material e os nossos anciãos são apenas empatas, de quem gostamos muito....mas não temos tempo.
Não sei se isto é o que quero para mim...mas é o que tenho feito também: dedico os melhores anos da minha vida a construir um carreira...que no fim apenas me levará a um lar ilegal, amarrada a uma cama, com um televisor por companhia, a solidão como almofada e o desejo de morte para "não ser um peso" para ninguém. Ao que chegou a Humanidade.
Somos uns tristes.
Read more...Desecration Smile
(...)
"Never in the wrong time or wrong place
Desecration is the smile on my face
The love i made is the shape of my space
My face my face"
(...)
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