sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Divagando ... 4
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Estações do Ano
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
(Des)conversa 43
(Des)conversa 42
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Vale a Pena Pensar Nisto ...II
O Dicionário Houaiss define "indulgente" como "aquele que tem disposição para desculpar ou perdoar; clemente". A etimologia da palavra relaciona indulgente com aquele "que se entrega, inclinado, propenso".
Não encontro melhor palavra para definir muitos aspectos da educação de hoje. Preocupados com o (des)emprego, com alguma falta de tempo mas muito afecto, os pais de agora preferem deixar correr a tomar uma medida correctora ou a traçar uma fronteira. É certo que, na maioria dos casos, se interessam muito pela instrução dos filhos e questionam os mais novos sobre a sua vida escolar; mas esquecem que, para além da instrução, a educação se deve preocupar com a formação do carácter. E há muito de aprendido (ensinado) nessa parte da personalidade a que convencionámos chamar "carácter" ..
A personalidade de cada um corresponde a um conjunto de respostas comportamentais que caracteriza a pessoa e determina a forma como ela responde às solicitações do seu quotidiano. É um compromisso entre os impulsos e a necessidade de controlo, de modo a manter uma relação estável entre a pessoa e o seu contexto. Todos temos uma personalidade recebida, herdada, uma matriz pessoal determinada nos nossos genes; mas existe uma personalidade aprendida, o carácter, uma espécie de "segunda natureza", adquirida através da cristalização de hábitos afectivos, cognitivos e morais.
É assim que a educação pode ser definida como faz José António Marina -, como a instrução e a formação do carácter; e é aqui que a educação actual se tornou indulgente, porque lutar pela formação de um carácter forte e atento aos demais exige uma mistura bem doseada de firmeza e afecto, nem sempre conseguida pelos pais de hoje.
Os pais dos nossos dias sabem que o autoritarismo dos seus avós não pode voltar. Espancamentos, sequestros e ausência total de diálogo, tão frequentes na primeira metade do século XX, são agora raros, até porque as crianças conhecem os seus direitos e depressa os denunciam. O problema é que o autoritarismo do passado deu origem, em muitos lares, à permissívidade, a um deixar andar que não contribui para a formação do carácter.
A sociedade de hoje também não ajuda os pais na criação de limites e na educação para os valores. Ao promover, a todos os níveis, a expressão de um individualismo exacerbado, ao cultivar a cultura narcísica e a permanente superação, não fornece o contexto adequado ao sentir do outro. Cada um se quer reconhecer sempre livre e deseja viver para si mesmo, portanto não há disponibilidade psíquica para corrigir, para ajudar a perceber o que está certo e errado, o que se deve ou não deve fazer.
É evidente que temos de educar em liberdade. Não é possível voltar à educação castradora, nem à ideia de que as crianças, colocadas numa escola adequada, iriam evoluir sempre bem. A educação em liberdade, todavia, implica sempre a educação da vontade da criança e o fornecimento de um sistema ético de orientação, que permita uma escolha em cada comportamento decisivo.
Na prática, não é tão difícil como possa parecer. Junto de cada criança, basta perguntar: o que fazes agora? Por que razão estás a fazer isso? Que vai suceder a ti e aos outros se o fizeres? É esta pausa reflexiva muito simples que vai ajudar a criança a fazer escolhas e a tomar decisões adequadas, ao mesmo tempo que lhe atribui a consciência do dever e o sentido do outro.
A ternura e a exigência, ou o afecto e a disciplina como escreve Brazelton, são as bases fundamentais da educação do carácter. Postas em prática muito cedo através de uma autoridade segura e confiante por parte
dos pais combatem a educação indulgente e impedem o regresso ao autoritarismo.
in “A Educação Indulgente”, por Daniel Sampaio, Crónica “Porque sim”, Revista Pública
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Suicídio lento ou homicídeo lento???????
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Tipo ... merda, mesmo!
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Divagando ... 3
(Des)conversa 41
terça-feira, 27 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Espantosamente perfeita
terça-feira, 20 de setembro de 2011
(Des)conversa 40
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
(Des)conversa 39
Depois de ter demorado 1h a acordar da sesta:
Eu - Então, pá, estás cheio de sono porquê?
Bixo - A cola dá muto sono Read more...
Não Compreendo ...
... porque é que de vez em quando se tomam atitudes que de tão parvas nem deveriam ser comentadas ... mas vou comentar.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Divagando ... 3
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Que estopada ...
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Divagando ... 2
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terça-feira, 16 de agosto de 2011
(Des)conversa 41
Quais as probabilidades ...
...
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
(Des)conversa 40
(Des)conversa 39
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Pessoas
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Fácil? O que é isso?
fácil
adj. 2 g.
1. Que não custa a fazer.
2. Que se consegue sem grande trabalho.
3. Claro.
4. Simples, natural.
5. Provável.
6. Brando, dócil.
7. Acessível.
8. Precipitado, que reflecte pouco.
9. Complacente.
10. Muito susceptível.
sábado, 30 de julho de 2011
(Des)conversa 38
(Des)conversa 37
(Des)conversa 36
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Dias assim ...
terça-feira, 19 de julho de 2011
(Des)conversa 35
segunda-feira, 18 de julho de 2011
É possivel ...
... transformar o "velho" em novo e sentir novamente a adrenalina. Ter aquele brilho nos olhos que combina com um sorriso de puro prazer.
Recuso que me tirem os sonhos, a mágica do pensamento e dos sentimentos. Não me conformo que a vida seja apenas isto. Eu não serei "apenas isto". Chamas-me diferente e ris quando dizes que o mundo não está preparado para mim. Eu não queria ser diferente, eu queria ser igual a todos os iguais que me rodeiam. Queria não ansiar, não desejar e não sonhar, estou grata pelo que sou e tenho mas queria estar conformada. Acordar para trabalhar, beber uns cafés, fumar uns cigarros, em noites de loucura beber uns copos ou meter umas merdas maradas para provar que ainda sou fixe, ir à praia ao domingo ou ao shoping mas depois ... depois chegar a segunda feira e estar tranquila: queixar-me do que não passei, do que não lavei, do que não estendi .... tudo em harmonia - yin/ yang ...
Mas não isso era demasiado simples para mim: assim Acredito que é possível pegar no antigo, nos clássicos, nas rotinas e dar-lhes um sabor novo, nova roupagem e gostar tanto como da primeira vez ... basta mudarmos o olhar e deixarmos de fingir que somos "normais".
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domingo, 17 de julho de 2011
... Deixa-me a pensar ...
Repetes as mesmas palavras, chamas-lhes "a verdade", dizes-me: "Não são para te ofender mas para te deixar a pensar. Considera uma forma de melhorares como pessoa."
Sempre que alguém diz: Não te ofendas ou não leves a mal ... já o está a fazer!
Talvez tenhas razão quando me chamas "menina" e dizes que recuso crescer, talvez o que dizes faça sentido mas não me parece a melhor forma de o fazeres: de me ajudares a crescer. Já pensaste que o meu Eu crescido seja ainda menos funcional? Acreditas mesmo que preciso de limites?
Desta vez, apesar de continuares a usar as palavras menos adequadas, fizeste outro sentido. Talvez, antes, não fosse a altura certa para me confrontares daquela maneira ... nem sei se agora o é ...
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sábado, 16 de julho de 2011
(Des)conversa 34
terça-feira, 12 de julho de 2011
Passei o dia a pensar nisto ....
Esta é a banda sonora de algumas "aves raras" ... só que ainda não sabem ... cada vez gosto mais de reuniões ... são um mundo de curiosidades e improdutividades!
Read more...segunda-feira, 11 de julho de 2011
Fico a pensar ...
Não tenho bola de cristal (mas gostava), os meus "insights maravilhosos" não me têm como alvo e as epifânias costumam dar-me depois dos acontecimentos e não antes como deviam - não pensar é o caminho.
Como é que se faz? Superego "filha da puta!")
Hoje perguntaram-me o que é que se passava comigo que para além de "uma crise de reactividade" não era normal esta compulsão por uma determinada limpeza. A questão exacta foi: o que é que andas a querer limpar ou desinfectar na tua vida?
Não sei.
Curiosamente não tenho a mais pálida ideia. Poderá um acto banal, ser apenas isso: banal?
Sonho com o assunto: limpo e esfrego mas a sujidade aparece e sonho com outras coisas que simbolizam mudanças e novos começos e que me assustam porque as quero e as temo. Porque as desejo mas não sei como as alcançar. Ou talvez saiba e necessite de um empurrão para re-adquirir skills há muito esquecidos pelo desuso - tipo Lei do uso e desuso de Lamarck.
(suspiro)
a minha paz está ansiosa e voltei aos períodos áureos em que a minha cabeça é uma centrifugadora. Começo a ficar cansada, será que isto nunca mais acaba? Que mal me pode fazer um pouco de estabilidade nos cinco pilares que nos sustêm? Ter um desequilibrado é normal, agora continuar com os cinco almareados, é dose!
domingo, 10 de julho de 2011
"O Fado é que Induca e o Vinho é que Instrói"
sexta-feira, 8 de julho de 2011
(Des)conversa 33
(Des)conversa 32
(Des)conversa 31
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