quarta-feira, 14 de agosto de 2013

L.K. porque é que pagas tv cabo?

Porque os 15 minutos de publicidade dos canais nacionais não te chegavam e precisas de pagar para ver mais publicidade.

Porque o aumento de publicidade nos canais pagos permitem-te ter tempo para tomar banho, lavar louça, ...

Porque o aumento exponencial de publicidade no meio das séries provoca a ilusão de que elas são maiores do que na realidade são 

ou

 porque é uma forma de exercitares a memória de trabalho, pois tens o exercício de tentar lembrar o que estavas a ver antes da publicidade (e sequentemente  do zapping).

Porque assim as operadoras recebem a dobrar: dos gajos que pagam para fazer publicidade e dos otários (eu) que pagam para a ver.

 Já agora, isto é permitido??

Será a publicidade uma forma de distracção para não percebermos que não sabem ler ou contar?? Será que já alguém lhes disse que passarem 5 episódios seguidos de uma série podia ser interessante - se eles fossem realmente "seguidos" - tipo 1,2, 3 ,4, 5 da mesma temporada, preferencialmente. Será este um novo exercício de memoria do trabalho???? Uma espécie de puzzle, em que todas as semanas se tenta ligar a história a um dos episódios anteriores???


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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Um dia ...

Com o coração preso na garganta contemplava o exterior na vã esperança que os primeiros raios de sol da madrugada derretessem o gelo que lhe solidificava a alma. Olhava a sua pele escura queimada pela violência dos dias, nela descansam cicatrizes tão profundas que formam sulcos, podia apontar cada uma e descrever a profundidade da mesma. Já não importa de onde vieram as cicatrizes, ninguém lembra como fora antes, ninguém estranha o manto que a cobre - apenas ela que não consegue render-se. Apesar dos dias frios de alma, segura-se à vida acreditando nos campos floridos e na chegada da primavera - talvez amanhã o sol me aqueça, talvez hoje derreta a alma, e de si brotem lágrimas salgadas que lembrem a infinitude do mar, a sua calma e agitação, a sua personalidade vincada que impõe respeito mas também paz.  Os espelhos da alma, outrora vividos e fontes de luz caíram , partindo-se em mil estilhaços. O verde outrora vibrante deu lugar a uns eternos óculos de sol que permitem ocultar o vazio reinante. Perdeste quem um dia foste, perdeste pedacinho a pedacinho, e não soubeste apanhá-los, guardá-los hermeticamente para que não definhassem. Poderás reimplantar a alma?
A Fé não se explica, sente-se, é um Acreditar tão profundo como as entranhas da humanidade, é contemplares a chegada da madrugada e acreditares que a cada novo despertar a alma vai aquecendo, e o coração ganha cor. Um dia recuperas o verde dos teus olhos, um dia o coração volta a bater no peito, um dia a alma será candeia que (te) alumia ... um dia, Acredita em mim, um dia a solidão é companhia, o negro luz e a noite dia.

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domingo, 28 de julho de 2013

roller coaster

A vida não é a preto e branco, dizem por ai, que são imensos os tons intermédios, e que nem sempre estamos no antracite, que existem até momentos em que estamos envolvidos no arco íris, tal o brilho da paleta de cores que nos envolve. Dizem que a vida tem um propósito: o da própria vida, que às vezes estamos em sintonia com o mesmo outras nem por isso. Parece que é nas "nem por isso" que nos magoamos, que sofremos, aprendemos e crescemos. Parece que é nessas alturas que percebemos um sem número de coisas acerca de nós próprios, e dos outros. Sinceramente sinto que chega a uma altura que as feridas se abrem com maior rapidez do que a velocidade de cicatrização consegue acompanhar, parece que estamos num "looping" permanente, que vai desgastando quem um dia fomos ou pensámos que éramos, vamos perdendo muito de nós, sem darmos por isso funcionamos em autómato, tentando chegar ao dia de amanhã o melhor que conseguimos. Nestas alturas em que deambulamos num "looping" infinito, em que os períodos que vivemos de pernas para o ar, virados do avesso, se superiorizam a tudo o resto, começamos a pensar recorrentemente: "até quando aguentarei ser o dependurado?" - e é nestas alturas que sentimos que afinal a vida sempre é a preto e branco, e qual sociograma onde alguém nos posicionou, esqueceram-se de nós no negrume ou será o nosso olhar automatizado que já não consegue ver para além do lugar sombrio em que se encontra. Será este o poder do agora? Sem passado, presente ou futuro? Apenas hora a hora, minuto a minuto, segundo a segundo, no entanto, com a consciência de que só temos a agradecer, que apesar dos apesares mantemos a Fé e um Acreditar que reside na alma, alimentando-a e forçando-a a não se esquecer de quem somos verdadeiramente, e talvez, apenas talvez seja essa réstia de luz que tenuemente teima em brilhar, que nos guie no meio da escuridão, lembrando-nos que tudo leva o seu tempo, e que no fim do dia a força és tu.

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Slow Time Love


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quarta-feira, 26 de junho de 2013

L.K. porque é que pagas tv cabo?

porque o TDT nunca funcionou como deve ser nesta zona do País (que o diga a minha vizinha que após 4 antenas à volta da casa teve de desistir, porque se aborreceu de ver tiras pretas com som)

e

Porque adoras a RTP memória, a FOX memória, o AXN memória, Odisseia memória, National Geografhic memória, e até o Panda memória.

ou

porque adoras chegar à 8ª temporada de uma qualquer série, e a seguir relembrar a partir da 1ª temporada, antes de ver a 9ª temporada.

ou

porque as férias estão a chegar e finalmente tens tempo para ver tudo o que deu no resto do ano.

ou

pelo dinheiro que se paga de TV cabo, mesmo com o pacote mais baixo, devemos rentabilizar ao máximo, e isso faz-se repetindo à exaustão a mesma programação.

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segunda-feira, 24 de junho de 2013

A vida num prato...

Cá estamos, uns dias melhores, outros piores e a maioria assim-assim. Devo andar deprimida ou a à beira de uma depressão pois só me apetece comer desalmadamente, fase esta em que ando para "o fazer e para o comer", Já me aborrece um bocado que a televisão ande invadida de programas de culinária, se houve uma fase em que eram os bolos xpto, agora todos são chef's, e acreditam (ou querem fazer-nos acreditar) que é o futuro da humanidade em termos laborais. Eu também acreditaria nisso se a humanidade não andasse a passar fome de todas as maneiras possíveis e imaginárias, e às vezes o mais gourmet que se deseja é apenas um bocado de pão com manteiga ou um caldo para calafetar o estômago, dito isto, regresso à minha "depressão" e à vontade súbita e incontrolável de fazer comida e de a comer, claro está.
A comida não devia fazer tão mal como faz, não devia engordar mas sim dar-nos prazer, a fazer e a comer. A comida une pessoas, expressa bem estar, divertimento e vontade de partilha. Vê-se a hospitalidade de um país (de uma casa) pela mesa posta ... no meu Alentejo, pão,queijo, azeitonas, enchidos e vinho sobre a mesa, haverá maior bem estar?
Que querem gosto de comer e às vezes também de o fazer.
Não sou cozinheira digna de Masterchef ou de qualquer cozinha que se preze, e isto inclui o fazer as refeições rotinadas da semana, aborrece-me de morte e desmotivo passando a comer toda a semana a mesma coisa só para não me chatear mas ... quando estou nestas fases de experimentação, até enjoo, faço comida e mais comida e tudo é um "campo de testes", de seguida convido amigos como cobaias e fico super contente de a "olhómetro" ser comestível.
Assim foi, este fim de semana, não sai de casa no sábado só a inventar e a saber-me bem para caraças, sou cozinheira de bem -estar e não de formalismos, gosto de abrir uma garrafinha e ir bebendo enquanto "crio" - podia ir à net sacar receitas mas não era a mesma coisa falta-lhe a magia dos sentidos - e fumo uns cigarros e sujo louça a rodos e ouço música estrondosamente alta , e foda-se, que me sinto tranquila, arrisco - feliz.
Depois de comermos que nem alarves e de me regozijar com o fabulástico dos meus cozinhados, bem regadinhos a tinto, fiz uma noite de jogos, e diverti-me como à muito não me lembro - a burrice ou a constatação da mesma é hilariante. As cobaias não ficaram envenenadas e repetiram - parece-me que também vou repetir.
Bolas! Estou mesmo a ficar crescida ou será que foi a humidade deste inverno prolongado que me encolheu a roupa?
A última hipótese parece-me mais plausível, sem dúvida :D

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quinta-feira, 20 de junho de 2013

(Des)conversa 75

Eu - Bom dia. Ainda têm alguma coisa para almoçar?
Srª - Lamento mas já não temos praticamente nada ... olhe ainda há carne assada e posso fazer-lhe uma sandes, não é grande almoço mas já é qualquer coisa.
Eu - Obrigada, agradeço-lhe a disponibilidade, peço-lhe que não ponha tomate apenas alface, e dê-me também um compal de manga, sff.

Uma colega ao meu lado:

Ela - Eu também quero almoçar. Dê-me duas folhas de alface com duas rodelas de tomate e vinagre, sff.
Srª - É só isso que vai almoçar professora? É pouco.
Ela - Pouco? É mais do que suficiente não quero ficar uma gorda balofa.

Ao nosso lado chegou, entretanto, um aluno:

Aluno - Professora ainda dá tempo para comer antes da aula?
Ela - Mas o menino não comeu já?
Aluno - Comi uma sandes e bebi um sumo mas ainda 'tou com fome. Acho que tenho de comer mais alguma coisa ... a Professora só vai almoçar essas folhinhas?
Ela - É mais do que suficiente para um almoço. Deixe-me adivinhar: vai comer um trinitá carregadinho de chocolate?

Srª - Diga lá o que quer?
Aluno - Quero um trinitá, sff. Pode aquecer?

Ela - Veja lá se não adivinhei, só comem coisas gordurosas, carregadinhas de acúcar, não hão-de estar obesos, e gordurosos.


e assim com comentários de merda se ataca a auto-estima e auto conceito dos miúdos ... e graúdos mais influenciáveis  ...  a modelagem é fodida ... ataquei a sandocha de carne assada e ainda morfei um trinitá carregadinho de chocolate, açúcar, gorduroso e com muito colesterol, a conversa da colega abriu-me o apetite e a gulodice.

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Coisas ...

de três em três meses gasto 37,92€ sem razão ... deverei repensar a utilidade das coisas?

Gasto com a expectativa e fé de que seja diferente.

Os meus objectivos.

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terça-feira, 18 de junho de 2013

Tranquilamente tranquila

Reina o caos à minha volta, várias vezes ao dia recebo mails com novas datas de reuniões de avaliação, a modos que resolvi cagar no assunto, com três escolas em extremos concelhios, só tendo o dom da ubiquidade e mesmo assim acho que não dava, precisava de clones.
 
 



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segunda-feira, 17 de junho de 2013

(Des)conversa 74

Uma gritaria desgraçada e vou à sala.

Eu - O que é que estás a fazer?
Afilhado - A brincar aos toiros, Mardinha.
Eu - A brincar aos toiros? Só vejo ovelhas.
Afilhado - Mardinha não são só ovelhas, também tenho cabras, um cabrão e um ovelho, vês?

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segunda-feira, 10 de junho de 2013

"Acredita que sei como te sentes"

"Acredita que sei como te sentes. Empatizo pela experiência e não por uma qualquer teoria. A minha pele está marcada, a sabedoria não veio com a idade mas sim com as quedas, os joelhos esfolados e as lágrimas derramadas. Acredita que sei o que estás a passar, não te desvalorizo ou desvalorizo essa dor no peito que não permite respirar - entre a espada e a parede. Qualquer passo dado é caminhar no gelo sem saber qual a zona mais fina que pode quebrar. Racionalmente digo-te que não andes, não te mexas e não respires; emocionalmente digo-te: salta, corre e pula, arrisca, porque sem arriscares nunca saberás o que poderá ser. 
Sei o preço e as consequências mas saberás viver com as outras? Aquelas que já tens, que todos os dias te consomem e impedem o sono?
Não faças nada pelos outros, apenas por ti. Acredita que sei como te sentes mas a minha experiência não foi como a tua, porque não somos iguais ou sequer parecidas, e o teu fim pode ser um principio, onde o meu principio nunca passou de um fim. Percebes que o sol não brilha igual nas nossas retinas? Percebes que cada história é uma história, e que os finais felizes existem. Acredita que sei como te sentes mas faz o que sentires que és, queres ser ou desejas que aconteça, tu tens direito a um "viveram felizes para sempre" - mesmo que o "para sempre" sejam 24 horas."  

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Divagando ... 18

Podemos tentar mas não quer dizer que sejamos bem sucedidos. Tentemos, ao menos isso, tentar para que não existam "ses", para que se aliviem consciências, e se confirme o que há muito sabíamos:  Estamos mudados, crescidos, magoados, mais experientes, mais velhos, mais conhecedores ou mais qualquer coisa, seja ela aquilo que for.

Há um esforço de normalidade quando já nada parece ser o que foi, quando nós não nos reconhecemos no espelho ou no seu equivalente: o comportamento. Sinceramente, não posso dizer que me faz confusão ou que o lamento, apenas aceito e sigo em frente. Estou habituada a que assim seja, não me é estranha esta ausência de ser e de seres, a vida muda, surgem novas prioridades, e por vezes não consegues enquadrar-te, nivelar o ritmo - está na hora de um seguir em frente e o outro pela direita ... quem sabe algures no futuro nos voltemos a cruzar, quem sabe teremos  outras realidades que necessitem de se complementar - quem sabe. Por agora é o que é e não o que tentamos que seja - a âncora solta-se - nada nos prende, a não ser a resistência à mudança.

Gostavas de ter algo a partilhar mas não tens, os dias seguem-se iguais: após a segunda vem a terça e logo atrás a quarta, depois a quinta e eis que surge a tão desejada sexta, e com ela o prenúncio do sábado e do domingo, iguais a tantos outros sábados e domingos. Já não os distingues. Olhando para cada um destes momentos individualmente reconheces-lhes os traços, qual dejá vu, os imprevistos são-te exteriores e em nada te acrescentam - slow motion.

Não há emoção, nem dada, nem recebida, pensas que não sabes sentir pois tudo o esperado não se concretiza, ficando apenas uma cratera aumentada dia-a-dia, e nesse lugar outrora chamado peito ergue-se hera que cresce e se enreda na pele e na alma. Sabes que há gentes com crateras maiores e fossos em que se banham mas também sabes que há gentes que habitam no cálido e na nadrugada encontram o calor de um sol que as embala, protege e securiza. Não consegues parar os pensamentos e a escuridão que exalam mas podes (tentar) controlá-los e fazê-los perder o negro, quem sabe passá-los a cinza, esperando que um dia a luz os lave. Até nisso, nos pensamentos, dou comigo a pensar-te cobarde: afirmas não lhes dar voz para não destruir outros, afirmas que não saberiam sobreviver-te mas será que não és tu que não consegues sobreviver à violência do pensamento?

Pensava conhecer-te mas vejo agora que somos estranhos que habitam no mesmo espaço. As Leis da Física dizem que é impossível dois corpos físicos ocuparem o mesmo espaço mas começo a ter dúvidas, pois ocupas este espaço, que é meu mas não sei quem és, e todos os dias nos distanciamos um bocadinho mais. É um abismo o que nos separa e não parece haver ponte ou ligação aérea, apenas vazio. Dizes não te afectar por nada e sinto-te afectada por tudo. O idealismo é como a demagogia na prática não são funcionais.

Que queres que te diga? Começo a perder a paciência e a vontade para te ouvir, é sempre o mesmo, dizem que após uma fase descendente vem uma ascendente mas digo-te que nem sempre é verdade, às vezes as coisas são mais simples dividem-se entre o -1 e o 0 - respira e volta a mergulhar pois não sabes se é magma ou água, até lá fecha os olhos e pára - faz nada, apenas isso Nada, porque esse nada é decidido por ti e poderás armazenar energia para lidar com os outros grandes Nadas em que vives.
Um dia falamos e quem sabe consiga perceber o que me tentas dizer, quem sabe compreendo o que és e em quem te transformas-te. Sabes como chegaste até aqui?

Lamento mas acho que não te posso ajudar.

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quarta-feira, 5 de junho de 2013

(Des)conversa 73

Ele - Estás tão gira. Já tiraste os ferros e estás tão magra.
Eu - Obrigada, muito agradável ouvir isso (?!?)
Ele - a sério, é um elogio, nem tens um único cabelo branco, estás bem assim. Não envelheces.
Eu - sério?! vais continuar a deixar-me desconfortável?
Ele - Não, claro que não. Não é para ficares envergonhada (...) endireita ai a sobrancelha desse lado, e tens uma ramela também.
Eu - really????
Ele (riso) - Desculpa lá ... eheheheh ... mas como redenção podias-me convidar para jantar no sábado.

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(Des)conversa 72

Ele (5anos) - Tia, a Mardinha não quer ir ao festival do Panda?
Tia - Não sei. Tens de perguntar à Madrinha quando ela chegar. Mas porque é que perguntas?
Ele - Porque ela pode querer ir, e se fosse, eu ia com ela para lhe ensinar as músicas.

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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Coisas

Sexta~feira, 07 de Junho de 2013, vou ao Baile de Finalistas do 9ºano (?!?)

Nunca fui a nenhum. No meu 9º ano e mais tarde no meu 12º ano achava-os pirosos. O meu grupo de amigos não facilitava e quando pensamos que somos os "cool's", claro está que um "bailhe de finalistas" não se enquadra, na altura nem me concebia com aquela roupita toda jeitosa ... tinha madeixas azuis e era fã do grunge ... coisas ...
"Bailhe" de Finalistas de 12º ano: Passei a noite a jogar ao "sobe e desce" a "mines" numa Casa de Pasto, chegada a hora fomos "pá night", fumávamos "burlights", e chegávamos a casa antes da hora de almoço ... ou ao fim do dia. Estou em crer que fomos Finalistas mas num outro "bailhe".

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Será possível ...

... que já comecei três vezes a ler um livro e de todas tenho de voltar ao início ... porque não me lembro de nada.
Será que ainda sei ler?
As evidências dizem que não.

Nota: Vou recomeçar a ler os livros de "Uma Aventura" pode ser que funcione como treino de memória e ... vontade.

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terça-feira, 28 de maio de 2013

Really!!

Sabem aquelas coisas que acontecem a um num milhão?
 
É um facto: sou o Um!

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terça-feira, 21 de maio de 2013

Memórias de Adolescência

Eis que se perde mais um pouco da minha adolescência.
"Conheci-os" através das minhas tias, mais velhas e boas cobaias dos anos 60/70 ... apaixonei.me imediatamente. Por eles aprendi inglês - ler,escrever e falar - precisava "beber" as suas "dores". Passsei a adolescência  a pensar que gostava de experimentar LSD ou /e mescalina. Nunca o fiz mas fiz outras coisas. Não gosto de perder o controlo. Ainda hoje não gosto.
Aqui fica uma das minhas preferidas.



Gostava tanto desta música que no meu 11º ano fiz um filme sobre a banda para a disciplina de Português, onde "obriguei" alguns amigos a serem figurantes, e me valeu 19 valores. Tal era a paixão, e ainda é.
 Enjoy!

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sábado, 18 de maio de 2013

Coisas ...

Ser inverno em Maio começa a aborrecer-me tanto como ser inverno em Janeiro - estou farta de chuva e frio, onde anda a minha adorada primavera: calor ameno, dias compridos, friozinho pela madrugada, cheiro a terra molhada ... enfim: esperar!

Ando com um qualquer problema que ainda não entendi, sempre dormi que nem uma pedra, caíssem meteoritos que para mim era igual. Agora ando a morrer de sono durante a semana, todas as manhãs me deixo dormir magistralmente, e anseio a sexta-feira à noite para dormir dormir dormir ... sábado de manhã às 9h estou acordada e já não consigo pregar olho ... grande merda, é o segundo fim-de-semana que me acontece ... espero amanhã acordar depois das 10h.

Juntando à minha lista de novidades: ando com uma fome avassaladora, como e como e como, e continuo cheia de fome ... claro está que não ficaria incomodada se a roupa não acusasse "falta de espaço", o que não é o caso - cada vez se queixa mais.
Só por causa disso vou fazer bifes com molho de natas hoje para o jantar - mandam os entendidos que devemos deitar-nos de papo cheio, ou é ao contrário?! 
Isto deprime-me, e o pior é que a merda da "depressão" também me dá fome!

Se o Gordon Ramsay visse como cozinho nos últimos tempos tinha uma síncope de tanto se passar comigo - estou a rainha da aldrabice culinária, e não, não uso cenas congeladas e muito raramente enlatadas (com certeza não ia "espremer" côcos de cada vez que precisasse de leite de um). 

Não tenho jeito nenhum para fada do lar mas como se eu não fizer mais ninguém faz, lá tenho de me chegar à frente. Esta cena de "cair da cama" ao fim-de-semana anda a "obrigar-me" a fazer mais qualquer coisa em casa: está super limpa, cheirosa e arrumadissíma - esta não sou eu, sinto falta da desorganização - é mais acolhedora - por este andar qualquer dia vêem-me a praticar desporto.




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terça-feira, 14 de maio de 2013

Perguntas estúpidas

- O estado vai recuperar do défice cobrando IRS nas rescisões mais altas;
- as Águas de Portugal vão pagar a sua dívida aumentando os seus preços;
- o gajo da RTP pensa que a solução dos problemas financeiros é aumentar o imposto audiovisual (?!?);
- no fim de 18 meses de mobilidade os funcíonários públicos são dispensados sem direito a fundo desemprego;  
 
-
 
 
 
dados sobre Portugal:  "A taxa de desemprego, em fevereiro de 2013, estabilizou nos 12% na zona euro e nos 17,5% em Portugal, que continua a apresentar a terceira taxa mais alta, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat." - .daqui 
 
 
pergunto:
 
1) Com tantos cortes  como é se pagam todos os aumentos?
 
2) Se aumentam os bens básicos, e não aumentam postos de trabalho, como é se mantem as condições minímas de dignidade e de vida?
 
3) São todos os Portugueses a sofrer estes cortes ou é só para alguns?
(são estritamente para a base da pirâmide? Alguma pirâmide existe sem base?)
 
4) Acham que cortar 100€ de um ordenado, subsidio de desemprego, reforma ou pensão de 500€ equipara-se ao corte dos mesmos 100€ num ordenado, subsidio de desemprego, reforma ou pensão de 5000€?
(eu não sei porque nunca ganhei isso ... ou aproximado mas nos 500€ é sufoco e angústia)
 
5) A redução da despesa pública começou pelos serviços e bens superfluos ou pelos bens básicos e essenciais?
(já não existe o motorista do motorista e um disparate de carros de serviço e ajudas de custo?!?)
 
6) Como estamos em crise e é preciso reduzir o défice, todos os ministros, assessores, assessores de assessores, deputados e restantes comitivas passaram a usar o seu próprio carro para ir trabalhar, a pagar o seu próprio combustivel, a usar o seu telefone pessoal para coisas fora de expediente?
(é que desde que trabalho sou sempre eu a pagar a minha deslocação, e nunca me deram um telefone de serviço para uso ilimitado, tipo faz de conta que é meu mas pagam os outros)
 
7) Como estamos em crise e é preciso reduzir o défice, todos os ministros, assessores, assessores de assessores, deputados e restantes comitivas, dispensaram subsidios de deslocação, e levam marmita  porque o subsidio de almoço é de 2,5€/ dia?
(apenas curiosidade porque há anos que levo marmita, e o meu subsidio de almoço não chega nem para as promoções do Mcdonalds quanto mais para "Bica do Sapato")
 
8) Se a troika quer que se pague a tempo e horas não deviam ter como medidas principais as mesmas que os seus países de origem, e começar por termos melhores políticas sociais, e qualquer função pública, inclusíve de ministros e presidentes, serem trabalhos com responsabilidades e consequências assumidas?
(pergunto porque só por causa de um brochezito o Clinton teve de se demitir, em Portugal´são fodas atrás de fodas sobre os mesmos e não há "crises")
 
8) Se os Portuguese tem de "apertar mais o cinto" presumo que a economia doméstica faz milagres nestes últimos meses, não deviamos ter "donas de casa" a gerir o orçamento de estado?
(já se percebeu que os doutos Drºs, estudiosos nunca viveram no mundo real, nem quando os paizinhos se esfolaram para os ter a estudar 20 anos, e serem Sôtores ... mas como falo de cor, alguém que me diga qual deles vive com 1200€ de ordenado conjunto - casal e três filhos, renda e despesas fixas, é que se existir um, é esse que deve ser o ministro das finanças, pois já sabe o que é comer paloco e chamar-lhe bacalhau.)

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