Junho - Início do Verão.
Obrigado pela paciência que tiveram, pelo jantar fantástico e pelo trabalho, era mesmo isto que eu queria!
Obrigado pela paciência que tiveram, pelo jantar fantástico e pelo trabalho, era mesmo isto que eu queria!
Penso...Sinto...palavras: escritas ou faladas.
Apenas palavras.
Não sou bloquista, aliás, neste momento nem cor política consigo ter, tamanha é a minha zanga com a demagogia...mas verdade seja dita: há verdades que tem de ser faladas... ou gritadas!
Todos os dias os meios de comunicação social anunciam que o governo pede contenção aos Portugueses, todos os dias são anunciadas aprovações de novos planos de austeridade. Diariamente se fala, comenta e sabe-se que as PME's estão atravessar um período económico precário, há lay-outs, despedimentos em massa, ordenados em atraso e subsídios congelados. Apela-se à boa vontade da Nação: é preciso paciência e apertar o cinto, já para não falar de trancas às contas e gastos supérfluos, que neste momento são de tudo. O presidente da República apela à Nação que "vá de férias cá dentro": é imperativo manter o dinheiro no país...mas se outros países adoptarem a mesma política, um dos nossos maiores sectores económicos que é o turismo, cai. Os funcionários públicos olham para o umbigo e fazem greves e manifestações por terem os aumentos congelados. Claro que todos somos ambiciosos e queremos sempre mais...mas não serão eles os poucos no país que neste momento tem a certeza de que no fim do mês recebem? Quantos lay-outs existem na função pública? Quantos abdicaram de receber a totalidade do ordenado, o subsidio de férias ou de almoço? Aliás, basta perguntar, quantos fazem horas extraordinárias em Pro bono, ou fecham depois da hora?
Neste momento não é preciso ser muito atento ou ter tirado um curso na América para perceber que o país está mal, e que fazem e põem ainda pior, ou não fossemos Portugueses e não aproveitássemos a desgraça alheia, ainda que generalizada, para nos pormos ao fresco. País de brandos costumes sempre na linha da frente em humanismo e em ser humanitários, excepto connosco.
É ultrajante que tenha de ser debatido em A.R. a viabilidade ou não dos srºs deputados receberem um aumento dos recursos destinados para despesas e ajudas de custo. Como é que se explica que indivíduos que recebem de ordenado quantias avultadas esperem receber 8 milhões de euros para contratar assistentes (?!?) e que tenham aprovado no próximo ano elevar essa quantia para 16 milhões de euros; como é que é possível sujeitos ao serviço da Nação, que utilizam para tudo os recursos da Nação quando tem de se deslocar recebam 300€ de fundo de maneio, subsidio de distância, subsidio de tempo (?!?) e subsidio de deslocação. Afinal para que servem os ordenados que esses ditos srºs recebem se até para comprar uma caixa de preservativos ou tampões é o estado que paga.
Quantos de nós recebemos ajudas de custo, carro e telemóvel da empresa, portagens, alimentação e fundo de maneio das entidades patronais? Quantos de nós trabalhamos apenas e somente as 40 horas contratuais? Quantos de nós somos ressarcidos de horas extra? Mas não faz mal, porque temos de ajudar o país a sair da crise, temos de nos sacrificar em nome de valores mais altos.
Ninguém nesta fase social conturbada parece recordar que as pessoas são capazes de sacrifícios e grandes, são capazes de se privar de praticamente tudo...desde que haja motivação. Quando esta acaba, a insatisfação surge e o sujeito tem necessidade de se compensar de outras formas: ninguém dá sem receber... muito ou pouco.
Está na altura dos governantes deste país pararem de olhar para os seus umbigos e deixarem de governar a Nação como um minimercado familiar. Parem os jogos infantis do "diz que disse", "já não sou teu amigo", "não era eu" e das cabalas. É preciso crescerem: como pessoas e profissionais. É preciso dar atenção à Pirâmide das Necessidades de Maslow e perceberem que estão perigosamente a afectar a estabilidade da base da pirâmide...e nunca vi um prédio suster-se sem bons caboucos!
Read more...(Reencontro expôntaneo com uma colega do Liceu)
Ele - Tenho-me lembrado muito de ti...aliás tenho falado muito em ti.
Eu - Sério? Porquê?
Ele - Aquela história das caravelas e da ilha deserta não me sai da cabeça.
Eu - ahhhh... boa...mas quais caravelas e qual ilha?
Ele - Aquela de estar perdido na ilha deserta e das caravelas passarem e morrer por não apanhar nenhuma.
Eu - ahhhh...isso é porreiro...pena que as caravelas sejam botes salva vidas e a ilha, o telhado de uma casa submerso pelas cheias.
Ele - Foda-se! Tenho de deixar de beber!
"Quando temos de parar para pensar se ainda gostamos de alguém, é porque há muito deixámos de o sentir."
Quando perdemos a admiração pelo outro, o amor sumiu e com ele o respeito. Ténue a linha que nos separa do querer muito ao não querer nada. Somos animais racionais que mais atitudes irracionais adopta: "choramos sobre o leite derramado", adiamos o que mais gostamos, dizemos o que não queremos, defendemos o que já não sentimos. Todos os dias nos traímos um bocadinho mais, todos os dias nos magoamos um pouco mais. Corremos atrás do que nos parece ser o adequado a nós, ao que idealizámos um dia e a nosso lado passam "barcos" que devíamos apanhar, que devíamos sentir. Adiamos o inadiável e todos os dias morremos mais um pouco, todos os dias definhamos sem nos apercebermos.
Caminho... cada passo será estrada percorrida: viagem encurtada.
Read more...(...)
Tantas vezes temos vontade de baixar os braços, mas antes de o fazermos e sem percebermos muito bem porquê, baixamos as defesas. Odiamos estar/ ser vulneráveis mas quantas vezes, sem darmos por isso nos expomos. Damos, simplesmente porque precisamos de dar, nada expectamos, nada queremos e nada recebemos. O alivio de um "copo" que está cheio é transbordar o suficiente par se manter estável. Assim somos nós, assim sou eu: por vezes o meu "copo" está a transbordar e preciso de "entornar" o suficiente, nem mais, nem menos...apenas o suficiente.
É-nos mais fácil erguer quando ajoelha-mos. É mais fácil sorrir depois de secar as lágrimas, e também é mais fácil valorizar depois de perder. Estou cansada de complexidade, cansada de jogos vivenciais, cansada de labirintos e Minotauros. Seria tão simples se fosse simples: as palavras e actos certos, nos tempos certos. Procuramos sempre mais...mais do que o que temos, do que o que conseguimos...apenas mais. Às vezes nem sabemos bem o quê, mas uma certeza é certa: é aquilo que não temos. Não importa se já tivemos ou se ainda não está na altura de termos, queremos e pronto! Acreditamos sinceramente que é nesse querer e hipotético obter que reside a chave da nossa felicidade. Somos tão frágeis, tacanhos e pequeninos , que arcaico seria rudimentar para nos descrever.
Sou aquilo que critico, talvez. Sigo o rebanho para não me sentir ainda mais só, talvez. Sou arcaica no sentir e rudimentar no agir, talvez. Sou arisca e assustadiça por medo, talvez. Sou o que sou, apenas porque dá trabalho ser aquilo que deveria ser, talvez.... O que é certo é que não me conformo, não assimilo e não acomodo em rigidificação. O melhor da luta, é a própria luta: avanços e recuos, o oponente e opositor, "one "o" one", a destreza, a perspicácia... objectivo e objecto, tudo na procura de um só. Sempre a mesma merda: sem paixão, sem amor, não se cortam/ alcançam metas. O fogo que nos move dita o resultado da luta. A queda pressupõem mão amiga na subida, directa ou indirectamente.
E tudo isto ligado por fios - Principio da Co-responsabilidade - as minhas acções, afectam as tuas acções que afectam as nossas acções e o conjunto dita os nossos resultados. Fodidos???? Talvez não.
Poderia ser tão simples, então porque raio é tão complicado???????
"Vem dar-me um beijo
oh oh oh
ai eu te amo
oh oh oh
vem dar-me um beijo
oh oh oh
ai eu te adoro"
Nada esquecido, nada adiado...com orgulho sempre lembrado... Portugal...Eu...a minha alma e calor... Hoje e sempre... amado!!!
Read more...Hey leave them kids alone .... Hey leave us alone!!!!
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Resolvi todos os problemas da minha vida!!!
Misturei:
com:
Agora ... tô cagando e andando!!!"
Existem dias, muitos ultimamente, que penso que tenho vivido sempre entre sonhos. São dias que sinto que passo pouco tempo a pensar no concreto, a viver no concreto, apesar de achar que pertenço ao grupo dos seres hiper mega racionais. Contra senso? Talvez...
Hoy dice el periodico que ha muerto una mujer que conoci
que ha perdido en su campo el atletiy que ha amanecido nevando en paris
Que han pillado un alijo de cocaque a piscis y acuario les toca
el vinagre y la hiel
que aprobo el parlamento europeo
una ley a favor de abolir el deseo
,que falló la vacuna anti sida
que un golpe de estado ha triunfado en la luna y movidas asi.
Pero nada decia la prensa de hoy
de esta sucia pasión
de este lunes marrón,
del obsceno sabor a cubatade ron de tu piel
De olor a colonia barata del amanecer
Hoy, amor, como siempre
el diario no hablaba de ti, ni de mi
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...na maioria das vezes. Castramo-nos, ficamos imóveis e apáticos perante nós próprios, consequentemente perante a vida. Queremos ser aceites, estar integrados, ser populares ou pertencer a algum grupo ou a alguém. Sentimos conhecer os outros, esmagamo-los com as nossas expectativas mas não nos envolvemos, quando algo falha sentimo-nos ameaçados, vem a insegurança e sentimentos de desamor. Quantas pessoas não gostam de si próprias, quantas sofrem por não identificarem em si qualidades? Quantos indivíduos se sentem desconfortáveis quando apenas se têm a si, por companhia e quantos não conseguem conceber ser possível passar tempo de qualidade em companhia própria? Quantos nunca pensaram em ofertar-se aquela saída, aquele jantar, uma ida a destino desejado ou um simples explanar?
Então porque raio de razão se acham tão boas companhias para os outros? Porque é que se sentem aptos a acompanhar outros? Porque dão uma de conselheiros sobre as melhores decisões e soluções, para os outros?
Libertar a nossa mente, a nossa consciência, vivermos para nós e mudarmo-nos a nós é a única forma de mudarmos o que nos rodeia e nos sentirmos melhor junto ao nosso melhor amigo e confidente, temos de o mimar, amar e trabalhar antes de o dividir e nessa altura teremos pessoas com Egos maiores mas também mais saudáveis.
Esforço-me.
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Precisava de speeds, de pilhas novas ou no máximo de uma nova bateria. O rendimento anda a baixar em todas as loucuras em que me meti ou já estava metida e começa a reflectir-se no trabalho e pior: em mim! Há um mês que apenas reservo tempo livre para dormir e o mesmo tem vindo a reduzir-se contra o meu querer, no entanto, ando satisfeita. Exausta mas tranquila. Bem disposta sem roçar o maníaco. Nada de útil, evolutivo ou interessante, contudo, tão reparador. Não o faço para não me pensar, mas sim para me ajudar a pensar-me, afinal caminhamos em Aprilis!O nosso percurso de vida é feito de etapas, de caminhadas, de princípios, meios e fins. Nada devemos de lamentar, nada devemos de aprisionar. Encerramos os ciclos e os mesmos são sentidos como dolorosos. Os fins são dolorosos. Todos eles. Hoje considero que a dor nada mais é que sair da zona de conforto e é tão certo o fim dos ciclos como o pontapé no cu que a vida nos dá, quando nos sente a protelá-los.
Como quando percorremos uma estrada, fazemos uma caminhada, comemos uma bola de Berlim ou bebemos água, tudo chega ao fim e se nestes casos ficamos contentes pelo prazer que daí retiramos, o mesmo devíamos sentir com os acontecimentos de vida.
Ainda não percebi porque é que existem dias mundiais comemorativos de tudo e mais alguma coisa.
Às vezes sinto que existem apenas para que não tenhamos de dedicar muito tempo às coisas, para que não haja problemas em não investirmos nas mesmas ou as considerarmos como intrínsecas à vivência. Afinal porque é que havíamos de nos dar a esse trabalho se existem Dias Mundiais de ???? - N coisas - para nos aliviarem a consciência (?!?).
This song reminds me of V.P. Decorria o ano de 1989...
"Oh, can't you see
You belong to me?
How my poor heart aches
With every step you take
Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake, every claim you stake
I'll be watching you
Every move you make, every step you take
I'll be watching you
I'll be watching you"
O primeiro ano do secundário...escola nova...pessoas novas...e nós...e depois...o eu e o tu...Fica na memória...Pedaços de história...da minha história.
Read more...Porque faz parte de mim, porque é um pedaço da minha alma. Porque todos quantos se inebriam pela adrenalina do abrir dos panos,de pisar um palco, sabem do que falo. Porque uma plateia é um juiz exigente e os aplausos a glorificação ou a condenação. Porque um actor tem o poder de gerir as emoções que esses mesmos juízes vão experenciar,partilha com eles o que de melhor tem e consegue. Porque respirar uma sala de teatro é mágico, porque as bocas de cena são místicas e as pancadas de Molière lembram o início e o fim do sonho,que ali se transmite e mais: que ali se vive. Todas as emoções, o suor frio e os arrepios, a alegria de sabor agridoce, o medo de falhar são coisas intransmissiveis por palavras, porque simplesmente são paixão e vida. Todos aqueles que já o sentiram sabem do que falo e a todos nós um Grande Dia Mundial do Teatro!
"O teatro é a poesia que sai do livro e se faz humana."
(Federico García Lorca)
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