quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Reflexão # 2

Quanto menos dinheiro tens mais contas te aparecem para pagar.
Os eletrodomésticos suicidam-se aos pares.

Lei de Murphy: tudo o que pode correr mal, corre, e na maior intensidade possível.

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Reflexão # 1

O pior da amnésia alcoólica ... é a própria amnésia.

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(Des)conversa 76

O meu afilhado com 5 anos.
 
ele - Tia, estamos à espera que mude a estação ou do Pai Natal?
Tia - (?!?) porque é que perguntas isso?
ele - Para saber quando acendemos lume.
 
 
dois dias depois vindo da escola e após mudança de horário:
 
 
ele - Tia! Já é muito de noite, acho que já mudámos a estação...
Tia - Não, ainda estamos no Outono, o que mudou foi a hora e é noite mais cedo
ele - hum ... então não podemos trazer o Pai Natal mais cedo e acender o lume?

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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Divagando ... 19

Há meses que apregoo a forte necessidade de um processo intenso de alteração de consciência. Finalmente obtive, e fiquei afónica. Exagerei em tudo o que havia para exagerar, consegui ficar amnésica, o que é novidade mas soube terrivelmente bem aniquilar o cabrão do superego.

Tortuosa é esta estadia, tortuosos são os caminhos, que apesar de abençoados me fazem sentir insuficiente e impotente, tivesse eu o "poder" e daria tudo para ver sorrisos e sentir felicidade.

Arrisco dizer que cada vez tenho mais entranhada a "doença" da moda, este sentir-me sozinha no meio da multidão, desfasada, e desligada de quem me rodeia, com quem me cruzo. Lembro-me sempre da frase "uma não pessoa num não lugar", e não sei resolver, não encontro a saída ou a entrada. Não gosto do estado social que me rodeia e a forma como me afecta a mim e aqueles de quem gosto. Esta impotência aniquila-me e o pior é que não sei como posso aliviar. E pagam-me para isso. Irónico.

Que baralhada para aqui vai - o meu estado anímico. Talvez seja desta que vá para a psicoterapia quiçá psiquiatria.

Dizem por ai que o consumo das "drogas do desespero" aumentou em relação ao consumo das drogas recreativas ... porque será?? (Alcool e droga: 4700 temem recair e http://cmtv.sapo.pt/detalhe.aspx?channelID=34F5E1B7-BABF-4C08-83FC-20AF9E097CDA&contentID=34C0FBEC-52C1-4C7C-9DBB-8FE2A77B9B1E)

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Continuo a gostar ...



Sinto que envelhecemos com estilo ... uns mais que outros ... enfim ...

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Casa dos Segredos 1,2,3,4 ....

Finalmente percebi para que serve este tipo de entretenimento :
São estudos longitudinais que visam a Prevenção dos Comportamentos de Risco (?!?)
Não??

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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Perguntas sem respostas

De quando em vez é necessário repensar-nos, (tentar) perceber se o que estabelecemos como objectivos  se mantém, e se não, o que fazer? Como fazer?

Cada vez mais perdida neste labirinto interminável, a que teimam chamar vida, cada vez mais longe do fio de ariana, e cada vez com maiores sentimentos de impotência. Não será esta uma grande aprendizagem. Com certeza que sim. Quando pensamos em causa-efeito ou causa- consequências, a percepção dita os princípios ou os fins, a capacidade de sentir a destruição ou a construção. As emoções predominantes, por ora, discordantes de objectivos estabelecidos. É uma fase, duradoura e dolorosa, que se assemelha a uma permanência, involuntária, sem portas ou janelas. Um sentimento de escolhas erradas feitas na inocência de certezas absolutas, à luz do momento. O momento agora é outro, a pessoa é outra e as circunstâncias são outras. Mais conhecimento nem sempre é benéfico, aumenta a racionalização, diminuindo o pragmatismo, pelo medo gerado ... se ...e se ... pensamento contra-factual: complicar o "descomplicado".

Errar é humano, leva à procura, à necessidade de acertar, gera aprendizagem e (supostamente) raciocínio critico. Então e quando se erra uma vida inteira? Quando se olha para trás e se percebe que não houve um passo acertado? As escolhas realizadas, os caminhos escolhidos, não nos levaram onde pretendíamos. As consequências não antevistas  são agora lugar comum de uma existência à deriva, e a solução não vem nos livros, nem em nenhum curso, pelo menos num reconhecido e validado. 

Poderei perguntar-te o que pretendias alcançar e sei que me responderás que buscavas liberdade e autonomia, uma independência geradora de bem estar e com perspectivas de futuro, não foi o que alcançaste: Eu sei e tu sabes. Como resolves. Sei que não sabes e não te posso ajudar , quando eu própria ando à deriva dentro de mim. e deambulo, qual zombie, dentro da minha própria vida. Também eu me sinto impotente, também eu não tenho soluções ou saídas, nem mais nem menos airosas, simplesmente estou oca. 

Saber ser, saber fazer, e saber estar .... dúvidas e mais dúvidas e ainda mais dúvidas ... não te posso ajudar. repito: excesso de conhecimento acrescenta mais porquês, que respostas, tolda o insight, a intuição ... se sentes que erraste, provavelmente tens razão.


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